As Xenofobias diárias

Ou como julgando os outros mostra mais sobre seus monstros internos.

Esse excelente texto do Cris Dias me fez refletir sobre como somos aversos ao diferente. Todos nós, sem essa da tirar da reta galera.

Seja a menina que é gorda, o cara que é alto, o cara que é baixo, a menina que é magra, o cara que é “escurinho”, a menina que é “puta”, a outra que gosta de outras, o cara que é viado…

Todos esses julgamentos falam mais de nós mesmos que do que outro: são nossos monstros internos gritando alto!

Os tempos de hoje, de Kali-Yuga*, com internet a disposição de quase todo mundo, um textão por vez, vamos nos mostrando. Isso é ruim, mas é bom.

Esse é o verdadeira Apocalipse. Esse termo vem do grego “apokalúpsis” e significa “o ato de descobrir, de desvendar. Os fins de nosso tempo de hipocrisia é isso ai, desvenda-sem as máscaras que vestimos por séculos.

Esse Teatro de fingimento teve fim.

Caem as máscaras. Assim podemos resolver um problema por vez. Não dos outros, mas os nossos. Sempre os nossos.

Deixa o outro resolver o problema dele.

*Um presságio do apocalipse hindu, acredita-se que Kalki trará a destruição do mundo quando a humanidade abandonar completamente a retidão, “quando nada mais é sabido e praticado das técnicas do sacrifício (do DOMÍNIO DO EGO), e mesmo pela palavra de sabedoria. No hinduísmo é o décimo avatar do deus Vishnu no atual Mahayuga, prenuncia o final do Kali Yuga, a época atual

Formado em Publicidade e Propaganda com 20 anos de experiência em Criação e Gestão de conteúdo digital. Pesquisador da semântica e dados conectados.

Formado em Publicidade e Propaganda com 20 anos de experiência em Criação e Gestão de conteúdo digital. Pesquisador da semântica e dados conectados.