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// marketing jurídico, muitos advogados preferem nem pensar sobre o assunto, afinal, um dos grandes mitos da advocacia brasileira é o de que não é possível realizar esta atividade de acordo com o Código de Ética da profissão.

\n Sempre resta a dúvida: é proibido ou não é?

\n Com uma leitura atenta do <A href=”http://ift.tt/1Mrjw0d" target=”_blank”>capítulo IV do Código de Ética e Disciplina da OAB, é possível perceber que não há uma proibição quanto às práticas de marketing, apenas algumas limitações que devem ser seguidas.

\n O advogado pode e deve anunciar os seus serviços profissionais, individual ou coletivamente, porém sempre com discrição e moderação, para finalidade exclusivamente informativa.

\n De fato, precisamos compreender que o Código versa mais sobre o modo como realizar a divulgação dos seus serviços do que sobre o que é possível ser feito em se tratando de marketing jurídico.

\n Independente da táticas utilizadas, o marketing no setor jurídico deve ter o foco no relacionamento e no conteúdo, buscando informar e educar os clientes, e o público em geral, de forma genuína.

\n Mantendo isto em mente, você conseguirá criar uma estratégia que esteja de acordo com o Código de Ética.

\n Se analisarmos a forma como é feita a publicidade em rádio, cinema, televisão, outdoors e outros veículos vedados pelo Código através do foco em relacionamento e conteúdo, fica mais fácil entender o porquê da sua proibição.

\n Você consegue”, “url” : “http://ift.tt/1Qy05qu" } // ]]> Quando falamos em marketing jurídico, muitos advogados preferem nem pensar sobre o assunto, afinal, um dos grandes mitos da advocacia brasileira é o de que não é possível realizar esta atividade de acordo com o Código de Ética da profissão.

Sempre resta a dúvida: é proibido ou não é?

Com uma leitura atenta do capítulo IV do Código de Ética e Disciplina da OAB, é possível perceber que não há uma proibição quanto às práticas de marketing, apenas algumas limitações que devem ser seguidas.

O advogado pode e deve anunciar os seus serviços profissionais, individual ou coletivamente, porém sempre com discrição e moderação, para finalidade exclusivamente informativa.

De fato, precisamos compreender que o Código versa mais sobre o modo como realizar a divulgação dos seus serviços do que sobre o que é possível ser feito em se tratando de marketing jurídico.

Independente da táticas utilizadas, o marketing no setor jurídico deve ter o foco no relacionamento e no conteúdo, buscando informar e educar os clientes, e o público em geral, de forma genuína.

Mantendo isto em mente, você conseguirá criar uma estratégia que esteja de acordo com o Código de Ética.

Se analisarmos a forma como é feita a publicidade em rádio, cinema, televisão, outdoors e outros veículos vedados pelo Código através do foco em relacionamento e conteúdo, fica mais fácil entender o porquê da sua proibição.

Você consegue imaginar um comercial de TV que apenas informe ou eduque o público sobre uma matéria jurídica?

Pois então…

Além disso, algumas estratégias baseadas em diferenciais focados na venda do serviço podem atrair clientes que talvez não estejam tão interessados na qualidade do que você oferece.

Se você divulga seu preço, pode atrair clientes que busquem “o advogado mais barato” e não “o melhor advogado”.

Qual deles você quer ser?

Quando mal empregadas, as ferramentas de marketing jurídico podem abalar consideravelmente sua reputação, sua rentabilidade e até mesmo sua carreira.

Pense que sua reputação está sendo construída a cada palavra que você publica em seus pontos de contato com clientes e prospects.

Compreender as necessidades de quem pode vir a contratar seus serviços e posicionar-se como alguém que entende a solução para estes problemas traz benefícios para ambas as partes.

Para quem lhe contratou e para quem vai lhe contratar, você torna-se imediatamente uma referência, contribuindo para a credibilidade e reputação da sua imagem profissional.

Adotando uma postura séria e informativa, focando nos problemas dos clientes mais do que nas atividades desenvolvidas por seu escritório, a gama de ações possíveis do marketing jurídico aumenta, especialmente no meio digital.

Site, artigos em blogs, vídeos educativos, mídias sociais, newsletter, webinars, grupos de discussão, ebooks e tantos outros podem criar oportunidades de negócio no momento em que você ou seu escritório aparecem como alguém que entende a solução dos problemas dos clientes.

Não é preciso temer na hora de realizar o marketing da sua advocacia, desde que você encare esta atividade como uma forma de construir um relacionamento duradouro com o público potencialmente interessado no que você faz e com seus clientes.

Ainda tem dúvidas sobre como fazer marketing jurídico? Não deixe de comentar!

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Formado em Publicidade e Propaganda com 20 anos de experiência em Criação e Gestão de conteúdo digital. Pesquisador da semântica e dados conectados.

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